sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Hierarquia e a Cauda Longa na Wikipédia

Pelos comentários, Bernardo Esteves avisa: vale a pena ler o post do Pedro Doria baseado no artigo Digg, Wikipedia, and the myth of Web 2.0 democracy, de Chris Wilson na revista Slate.

Em suma, o artigo questiona a proclamada democracia em sites de conteúdo colaborativo como a Wikipédia e o Digg. Nestes, aponta, há uma minoria de usuários que comandam a administração, realizando grande parte das atualizações e muitas vezes impedindo a plena participação dos menos ativos.

Vários argumentos e dados citados não são novidade, como a revolta que a alteração do algoritmo do Digg provocou na elite que domina a edição do site. O fato de 1% serem responsáveis por metade das edições também não surpreende: em 2007 circulou amplamente a regra dos 1%, que generaliza a mesma proporção encontrada numa pesquisa acadêmica realizada no Palo Alto Research Center.

Algumas conclusões desta pesquisa (PDF), no entanto, chamam a atenção. Uma das hipóteses dos autores previa um papel de guardiões para os editores mais ativos, isto é, suponha-se que estes se ateriam mais a aperfeiçoar os artigos do que a acrescentar novas informações. Descobriram o contrário: quem já editou mais de 10 mil vezes inclui o dobro de informações do que apaga, enquanto os usuários menos frequentes preocupam-se mais em consertar do que adicionar. O gráfico abaixo revela a intensidade da participação da minoria:



Surpreende o fato dos "líderes" preocuparem-se muito mais com a abertura de novas frentes de trabalho, enquanto os "operários" ocupam-se com os erros que ficaram para trás?

A conclusão da pesquisa norte-americana não vai de encontro ao que parece um consenso: a Wikipédia é um site altamente hierarquizado, ao contrário do que os utópicos da inteligência coletiva nos querem fazer crer. Como dizem Tapscott e Willians em Wikinomics, a produção colaborativa “mistura elementos de hierarquia e auto-organização", num processo caracterizado pela “divisão altamente especializada de trabalho”.

Por fim, basta citar, acompanhada de um gráfico, uma frase enfática do prof. Ed Chi, um dos autores do estudo: "We have a long tail architecture of participation in Wikipedia"


Em suma: hierarquia, auto-organização e cauda longa são os componentes explosivos do principal case de um modelo promissor de produção de conhecimentos.

PS - a) Discordo de Doria quando ele diz que o "discurso popular é que quem entende de um assunto escreve um verbete". Muitas páginas pessoais mantidas dentro da Wikipédia revelam que é comum os usuários escrevem sobre vários assuntos, sem qualquer coerência aparente.
b) Dentre as baboseiras escritas pelos visitantes do Doria, vale ler o comentário do Hermenauta. c) Aliás, Doria, o título do post - Como Funciona a Wikipédia - está um tanto otimizado para ferramentas de buscas, não?

Posts relacionados: Por que torço pela Wikipédia e A Wikipédia no acidente do vôo TAM 3054

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Reputação, Gratuitos, Wikis, Bahia Digital

Alguns links interessantes visitados nesta manhã:

Divulgando a publicação online (e gratuita) do livro The Future of Reputation, Raquel Recuero aproveita para dissertar sobre a características da reputação na www - e eu aproveito para dar a ela um registo a mais no Technorati ;-)

Falando em "0800", Renato Cruz entrevistou Chris Anderson, que discorre sobre a "economia do gratuito", tema do seu próximo livro Free, previsto para o próximo ano. Imperdível.

- Wikipedia and the New Curriculum (via Monitorando).

- Convergência Digital - Inclusão Digital - Bahia monta estratégia para virar Estado Digital

(BH) Revistas de Cinema na Mostra Filmes Polvo

(Será a cidade está acordando após o longo e tenebroso verão?)

Em comemoração ao primeiro aniversário da revista eletrônica de cinema Filmes Polvo começa nesta quinta, dia 28/02, a 1a mostra filmes polvo de cinema e crítica.

Entre as exibições e debates programados para o Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, destaco a mesa redonda “O panorama das Revistas Eletrônicas de Cinema no Brasil”, que terá como convidados Ruy Gardnier - RJ (Contracampo), Cesar Zamberlan – SP (Cinequanon), Cléber Eduardo - SP (Cinética), Rafael Ciccarini - MG (Filmes Polvo) e Sérgio Alpendre - SP (Paisà). O mediador é Marcelo Miranda, jornalista e crítico do jornal O Tempo e da Filmes Polvo.

Será na sexta-feira, 29 de fevereiro, à 19h.

Estou querendo aparecer por lá. Alguém anima?

domingo, fevereiro 24, 2008

Podcasts da UCBerkeley

Palestras e cursos ministrados na Universidade da Califórnia Berkeley estão disponíveis para download no formato mp3 ou rm (compatível com RealPlayer) através do projeto webcast.berkeley.

Numa primeira navegação pelo diretório foi possível encontrar alguns podcasts e webcasts bem interessantes:

Em The Case for Mutability: Library 2.0 and Implications for Academic Library Staffing, Organization, and Leadership, o bibliotecário James Neal fala dos impactos da web2.0 sobre a bibliotecas tradicionais e a necessidade das novas unidades informacionais contemplarem a proposta colaborativa e descentralizada típica de blogs e wikis. O palestrante é contra o investimento de grandes cifras na construção ou ampliação de bibliotecas físicas (nos EUA, milhões de dólares são destinados para este fim), já que não depende-se mais desses espaços para estudar e pesquisar, e relata a falta de profissionais preparados para lidar com os novos desafios da profissão.

O seminário The Economics of Open Content, realizado em janeiro de 2006 no MIT, reuniu especialistas para discutir como o rápido crescimento dos conteúdos abertos e gratuitos está impactando a indústria da TV, cinema, software, games etc.

Uma conversa entre Orville Schell, da Escola de Jornalismo de Berkeley, e Alan Rusbridger, editor do jornal londrino The Guardian, compõem o webcast Can Newspapers Survive and Serve the Public Interest, gravado em março de 2006.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Links no fim da semana

Semana pra lá de corrida, com n prazos estourando, mal tive tempo de olhar para o blog. Me forçarei para impor uma rotina, mas temo que os sumiços sejam mais frequentes que o desejado.

Para não passar batido, alguns links bacanas pelos quais passeei estes dias:

- Em breve o Google exibirá anúncio de vídeos dentro do modelo Adsense. Um ganho e tanto para os anunciantes e pro modelo de negócios do "chuck norris das buscas". Segundo o NYT (Google Tests Video Ads on Search Results Pages), os testes já estão acontecendo e a qualquer hora podemos esbarrar com a novidade ao fazer uma busca.

- Alberto Marques, no blog do Gjol, avisa que os vídeos do Campus Party estão no site da Fundação Vanzolini.

- Uma dica que vi no Coluna Extra e com certeza vai agradar ao Alex Primo: Comiqs, um site web2.0 para compormos histórias em quadrinhos.

- Direto de Havana, Andre Deak relata o (pequeno) impacto da renúncia de Fidel sobre a população cubana e faz uma análise com a qual concordo plenamente:
Tenho a impressão de que os jornais haviam preparado um extenso material especial para a morte de Fidel. Isso é prática comum nas redações – alguém famoso anuncia que está doente e já montam galerias de fotos, biografia, separam telefones de gente que possa dar entrevistas. Só que o Fidel, que sobreviveu a mais de 600 tentativas de assassinato, não é fácil. Atrapalhou os planos dos jornalistas. Com esse material preparado, os jornais aproveitaram o primeiro factóide – a “renúncia” – para soltar esses especiais, dando ao fato um tamanho desproporcional ao seu significado.
- Bem-humorado foi o jornal carioca Extra, que mandou a capa abaixo (via Trabalho Sujo):



- E não deixe de baixar (legalmente) o novo disco do Wado, Terceiro Mundo Festivo. A dica, já não me lembro onde vi.


sábado, fevereiro 16, 2008

Blogosfera Overloaded?

Não fui ao Campus Party. Pra ser sincero (que não soe como despeito), não tive vontade nenhuma de ir. Mas como qualquer pessoa interessada na área, procurei acompanhar o que estava acontecendo por lá. Por absoluta falta de tempo ao longo da semana, concentrei-no Twitter, onde sigo duas dúzias de pessoas sem saber exatamente porque.

Visitei alguns links legais, descobri que o Tumblr é a bola da vez (mas ainda não criei conta lá) e me distrai com vários ataques de nervos de quem estava ou queria ir lá ("cheguei!", @fulano blá blá blá).

Chegando de viagem após uma visita muito produtiva a um dos centros de pesquisa tecnológica mais importantes do país (talvez poste algo sobre isso nos próximos dias, mas, acredite, tudo que vi lá tem a ver com o que escrevo aqui), resolvi, com muita preguiça, procurar BONS posts sobre o Cparty.

Ainda não encontrei (algumas dezenas de feeds me esperam), mas três posts sobre questões absolutamente sinergicas me chamaram atenção.

O Biscoito Fino e A Massa problematiza uma recente invasão de agressivos comentaristas de portais, que têm posturas incompatíveis com uma das caixas de comentários mais produtivas do país. Com a classe de craque ao fazer uma falta no meio de campo, Idelber sentencia:
Explico, então, pela milésima vez o que qualquer blogueiro sabe: num blog pessoal, não existe “censura”. Se eu lhe impedisse de abrir o seu próprio blog, isso sim, configuraria censura. Este blog não é uma democracia. É um espaço editado. Procuro, em geral, responder os comentários, mas também me dou o direito de ignorar o que acho que deve ser ignorado e apagar o que acho que deve ser apagado.

Michel Lent se assustou com a gritaria virtual a partir do Campus Party, abandonou um post sobre o evento e finalizou um post reflexivo assim:
Nunca tivemos tanto poder de publicação e ao mesmo tempo, nunca tivemos tanto ruído. Como fazer para ser relevante e dizer coisas que realmente vão ser escutadas e aproveitadas? Eu tenho preferido me manter em silêncio. Salvo quando eu acho que tenho alguma coisa realmente relevante pra dizer.
No Libellus, Ana Brambilla critica a pretensa profissão de blogueiro, que tantas vezes atrai gente que não sabe o que e como dizer. O drama é esse:

Primeiro o cara cria um blog. Depois descobre do que é capaz de escrever. Enquanto isso sai atirando prá todo o lado. E quando não descobre nenhum foco editorial? Fica aquela coisa amorfa e desprezível. Mas não importa. Afinal, o cara já é um blogueiro!

A blogosfera está estressada.

Eu não. É sábado à noite e estou prester a ficar off-line.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

RP e web2.0

Se você tem algum interesse na relação entre novas tecnologias, web 2.0 etc e Relações Públicas, Comunicação Organizacional (etc etc), vale a pena checar:

- o terceiro podcast do FalaRP, que traz uma entrevista com Thiane Loureiro, Gerente Corporativa da Edelman. Ela fala sobre gerenciamento de crises on-line e da implementação de um setor de Novas Mídias na agência (é dela o artigo PR 2.0: Por que as Relações Públicas precisam mudar).

- o BlogContent, iniciativa lançada a pouco na Campus Party e que presta "consultorias em search engine optimization, produção de conteúdo, desenvolvimento de estratégias online e orientação a agências de publicidade sobre como se relacionar com blogs e outras mídias sociais". Apesar de faltar conteúdo (!) no blog e logomarca ser pra lá de tosca, há de se acompanhar as iniciativas dos xerifes da blogosfera brasileira.

domingo, fevereiro 10, 2008

Livro: Os melhores jornais do mundo


Recém-lançado pela editora Globo, "Os melhores jornais do mundo – uma visão da imprensa internacional", de Matías Molina, tem tudo para ser delicioso - ótima leitura para um domingo à noite, por exemplo.

Por ora, fico com uma entrevista concedida ao PHA e a introdução disponível em pdf.


Vi a dica lá no Tiago Dória.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Geração Google e as bibliotecas 2.0

Máteria publicada na Folha de S.Paulo (aqui ou reproduzida abaixo) deste sábado discute um estudo realizado na Inglaterra sobre os impactos das ferramentas de busca nos hábitos de pesquisa das crianças e adolescentes que compõem a "Geração Google" (segundo os autores, nascidos após 1993).

Os pesquisadores do CIBER's Virtual Scholar research programme, responsáveis pelo pdf Information Behaviour of the Researcher of the Future (ou o Comportamento Informacional do Pesquisador do Futuro), são críticos quanto à acelerada substituição das consultas a fontes "confiáveis" disponíveis em bibliotecas por pesquisas superficiais e em fontes duvidosas realizadas na Web.

O comportamento de busca de informações na internet, dizem, é marcado pela superficialidade (lêem poucas páginas, rapidamente e dificilmente voltam ao documento encontrado) e inquietude (passam mais tempo navegando em busca das informações do que lendo-as). Nas palavras do estudo, "os usuários são promíscuos, diversificados e voláteis e é claro que estes comportamentos representam sérios desafios para os provedores tradicionais de informação".

Fui uma das fontes entrevistas pela repórter Andrea Murta e reafirmo aqui a posição lá apresentada: o modelo de busca, seleção e leitura de informações proposta pela Web2.0 exige de todos uma mudança de postura ao lidar com a disseminação do conhecimento. Ao privilegiar critérios sociais, as ferramentas de busca escancaram o jogo de poder entre usuário/leitor, autor e o profissional da informação (bibliotecário) e obrigam-nos a assumir uma postura crítica e ativa perante informações tão facilmente encontradas.

Ao longo do estudo, os pesquisadores do CIBER afirmam considerar os e-books o produto salvador para as bibliotecas do futuro, a despeito do crescimento das ferramentas e práticas da web2.0, consideradas ainda imaturas ("the real issue that the library community should be concerned about is the rise of the e-book, not social networking").

Não concordo. O profissional da informação que se negar a ser também um mediador das práticas informacionais que se passam nas redes sociais já corre sério risco de perder o contato com seu público e, lamentavelmente, tornar-se irrelevante. No futuro, esta habilidade me parece imprescindível (o que não elimina muitas das práticas tradicionais, que fique claro).

Para mais sugiro a leitura do artigo Colaboração e interação na Web 2.0 e Biblioteca 2.0, de Ursula Blattmann e Fabiano Couto Corrêa da Silva , da máteria Buscas procuram lado humano da web - Internet - IDG Now! e dos posts recentes Por que torço pela Wikipédia e Folksonomia: usuários 'tageam' acervo da Biblioteca do Congresso dos EUA.

Estudo destrói mito de que Geração Google é melhor no mundo virtual

Para pesquisador britânico, a sociedade como um todo está ficando mais burra

ANDREA MURTA
DA REDAÇÃO

Geração Google, Net Generation, Nativos Digitais -há muitos nomes para quem não se lembra do mundo pré-internet. Mas, apesar do sucesso do rótulo, a idéia de que a Geração Google tem facilidades especiais para lidar com a informação virtual não passa de mito.

É o que afirma o estudo "Comportamento Informativo do Pesquisador do Futuro", liderado por Ian Rowlands, da University College de Londres. De acordo com ele, o uso da internet é superficial, promíscuo e rápido, e respostas com pouca credibilidade encontradas por ferramentas de busca como Google ou Yahoo prevalecem.

"Acadêmicos mais jovens não estão usando conteúdo de bibliotecas de uma maneira séria. Usam o Google, porque é mais conveniente. Isso vai limitar seus horizonte de pesquisa", afirmou Rowlands à Folha, por telefone, de Londres.

A pesquisa define como Geração Google os nascidos depois de 1993. Ela foi feita pela revisão de estudos já publicados sobre mecanismos de busca e análise de informação, associando-os com dados sobre como o público usa hoje sites como o da Biblioteca Britânica.

Rowlands afirma que ficou rapidamente claro que não é possível generalizar as crenças sobre habilidades da Geração Google. Até a idéia de que jovens gastam mais tempo on-line do que os mais velhos foi relativizada.

Mas foram detectadas tendências preocupantes. "A sociedade está emburrecendo", diz o estudo. "Passam os olhos por títulos, índices e resumos vorazmente, sem leitura real".
E o comportamento ultrapassa a barreira da idade. "Até professores, que supostamente teriam meios mais sofisticados para buscar e analisar informações, mostram as mesmas tendências", afirma o pesquisador.

O estudo vê uma possível ameaça às bibliotecas. "Meu instituto gasta uns US$ 4 milhões por ano em publicações acadêmicas, mas os alunos preferem ferramentas simplistas. É frustrante", diz Rowlands.

Na era da enciclopédia

No Brasil, acadêmicos ouvidos pela Folha divergem sobre as conclusões da pesquisa. Para Renato Rocha Souza, do Departamento de Organização e Tratamento da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, é mesmo problemática a primazia do Google em atividades acadêmicas. "A arquitetura dessa ferramenta privilegia páginas mais citadas na internet, e essa relevância nem sempre é real", diz.

Para ele, "alunos não sabem distinguir um site de artigos acadêmicos do "blogue do joãozinho'". "E não têm pudor em citá-lo. Falta juízo de valor."

Contudo, ele não acha que a tendência tenha surgido com a internet. "Não era tão diferente quando pesquisávamos nas enciclopédias. O que mudou foi a oferta de informação", afirma.
Já Aldo Barreto, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, discorda de Rowlands. "Nunca foi feita tanta pesquisa e de tão boa qualidade quanto atualmente, graças à internet , afirmou à Folha, do Rio de Janeiro.

Para Lawrence Shum, especialista em mídias digitais da PUC de São Paulo, "a internet tem problemas, mas está no caminho da auto-regulação".

E muitos vêem vantagens na busca pelo Google. Segundo Carlos Frederico D'Andrea, coordenador do Laboratório de Comunicação Digital do Centro Universitário UNA, em Belo Horizonte, "a biblioteca dá a ilusão de que o conhecimento está todo ali e é inquestionável". "Na internet, o resultado é sabidamente instável e não vai ser usado cegamente. Mas é preciso treino adequado."

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Links for 2008-02-06 [del.icio.us]




sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Meio & Mensagem não tem opt-out

Dando curso a um esforço para diminuir o número de newsletters recebidas, há algum tempo venho tentando me descadastrar do boletim diário do site Meio & Mensagem, o Últimas Notícias.

Os e-mails enviados não têm link para descadastro (opt-out), então acessei meu perfil pelo site.

Na primeira tentativa, mantive o recebimento do boletim semanal e
descadastrei-me das demais.
Na segunda, cancelei todas. Na terceira, idem.
Mas continuo recebendo a news diária.

Sinto muito, mas mensagens de
mmbymail@meioemensagem.com.br vão agora direto para a caixa de spam do gmail.