domingo, julho 10, 2005

Privacidade online - Empresas

A implementação de ferramentas das novas tecnologias nas empresas trouxe um grande debate sobre os limites entre público e privado. Até que ponto as ações de um funcionário na internet podem (ou devem) ser monitoradas pelas empresas, que andam muito preocupadas com a perda de produtividade e com o vazamento de informações estratégicas? Teria o funcionário o direito de usar parte de seu tempo para atividades pessoais, ou ao menos a liberdade de não ter cada ação fiscalizada?

Sobre o uso do correio eletrônico fornecido pelas empresas, pesquisa indica que 36% das empresas americanas monitoram e-mail.

A última decisão judicial favorece as organizações: TST admite rastreamento de e-mail por empresa. Esta situação levanta importantes discussões éticas, apresentadas na reportagem Monitoramento de e-mails deve ser avisado.

Além dos problemas legais, o uso do e-mail pode trazer sérios problemas de relacionamento interpessoal nas empresas, como apontam estas duas reportagens: E-mails demais deixam chefes mais grosseiros e E-mail de chefe faz mal à saúde, diz estudo.

Quanto ao uso de internet no trabalho, pesquisa aponta que o Brasileiro é mais comportado no uso da rede da empresa. Será que os dados são confiáveis?

Pesquisa de campo:

Procurem identificar como essa questão está sendo tratada hoje em alguma empresa, conversando inclusive com funcionários... Que situações eles já teriam presenciado ou vivenciado? Será que a política adotada visa punir ou ameaçar os funcionários, ou há uma tentativa de orienta-los quanto aos benefícios e limites do uso das ferramentas tecnológicas? Como a diretoria encara o problema?

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